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Liderança no contexto das estratégias digitais

Emeritus |30 setembro, 2019 | 6 - minutos para ler

Houve tempo em que contar com um chefe era o que bastava às empresas. Atitudes como impor ordens, centralizar processos e ser autoritário faziam parte desse estilo de “liderança”. Caso o colaborador não estivesse satisfeito com tal postura, dificilmente ele conseguiria mudar o mindset da companhia e lhe restavam poucas opções. Acabava que a principal delas era a busca por uma nova colocação.

A consequência dessa mentalidade eram índices altíssimos de turnover, gerando custos com troca de equipe e treinamentos. Pouco se pensava em retenção da base de talentos das organizações.

Essa ideia, no entanto, ficou no passado e deu lugar à figura de um líder que precisa saber ouvir, ter como objetivo desenvolver seus liderados e entender que delegar é um processo importante do trabalho. Até porque a maneira de alcançar resultados é tão essencial quanto as próprias conquistas — já que sempre é possível estruturar processos mais eficientes e produtivos.

Hoje, em plena Revolução 4.0, líderes precisam ser mais estratégicos do que nunca. Trata-se de um momento em que toda organização é impactada pela inovação digital, uma vez que não param de surgir tecnologias disruptivas que podem alterar o curso dos projetos e processos de um empreendimento. Segundo uma pesquisa da Mckinsey, 70% das transformações organizacionais falham recorrentemente e, mais assustador ainda, 15 anos é a expectativa de vida de uma empresa.

Por isso, ser um líder estratégico é importante para a própria carreira e a saúde do negócio. Repensar as formas de fazer, olhar para a equipe e compreender seu potencial, não se apegar a sucessos do passado e encarar o futuro com planejamento são diferenciais competitivos para uma companhia.

O líder de agora deixou de ser aquela pessoa com medo de compartilhar informações e pensa de maneira estratégica. Vamos falar mais disso a seguir, então, acompanhe o conteúdo e entenda o que o mercado espera de você!

O conceito de liderança

liderança

Pode-se definir liderança como a arte de motivar uma equipe a buscar, em conjunto, um objetivo — seja uma meta da empresa, seja a elaboração de um produto ou serviço novo. Uma boa liderança entende a capacidade de cada um do time e delega tarefas porque confia nos talentos individuais.

Diferentemente do que acontece com os chefes, os líderes são admirados e respeitados por suas equipes. Porém, ainda hoje, os termos se confundem, o que pode prejudicar a liderança em si e o desenvolvimento da equipe como um todo. Na sequência, entenda os pontos que distinguem essas duas posições profissionais.

Chefe

Tem tendência a ser autoritário e a centralizar processos, também não costuma conversar e dividir informações, fazendo com que sua gestão seja verticalizada. Esse tipo de “liderança” pode prejudicar uma organização, até porque as tomadas de decisão são pouco estratégicas, gerando perda de oportunidades de crescimento e novas possibilidades de negócios — fundamentais em épocas de transformação.

Conheça algumas outras características do chefe:

  • é centralizador, tanto por não acreditar na equipe quanto por ter medo de que alguém tome sua posição;
  • não vê necessidade de motivar a equipe e pensa que isso é obrigação do funcionário. Receber o salário, no mindset de um chefe, deveria ser o principal propulsor de vontade;
  • não se preocupa em realizar treinamentos e reciclagens para aos colaboradores. Quando é necessário ter alguém com determinadas habilidades, prefere fazer novos processos seletivos;
  • chama a atenção dos integrantes da sua equipe na frente de todos e não tem uma cultura de oferecer feedback ou elogiar — “entregar do jeito certo é obrigação”;
  • é temido pelo time e não faz nenhuma questão de agradar. Ao se referir aos funcionários, não os chama de “time” ou “equipe”, costumando usar o termo “empregados”;
  • não divide os méritos de uma meta alcançada com seus colaboradores e costuma se vangloriar sozinho dos feitos.

Líder

Uma pessoa que assume liderança entende que precisa de colaboradores para produzir mais e melhor e, assim, trabalha no sentido de guiá-los pelo caminho mais adequado. Também sabe que, para o alcance dos objetivos, é necessário compartilhar as informações. Com esse tipo de postura, líderes são respeitados, e não temidos, como acontece com os chefes. Vale lembrar outros fatores presentes em uma verdadeira liderança:

  • encara seus liderados como um time, jamais como subordinados. Além disso, conhece cada um e entende os potenciais de todos;
  • faz questão de oferecer treinamentos para que novas habilidades possam ser desenvolvidas ou recicladas, já que entende a realidade disruptiva e não quer um turnover alto na companhia;
  • não tem nenhum problema em delegar tarefas e sabe que isso é necessário para atingir objetivos. Um líder entende que erros fazem parte do processo e são necessários na busca por novidades;
  • reconhece que não sabe tudo e está sempre atualizando seus conhecimentos por meio de cursos, leituras e até pedindo ajuda a especialistas;
  • gosta de oferecer feedbacks sobre a performance de seus colaboradores e, quando há motivo para elogiar, faz isso na frente de todos, como um estímulo;
  • divide as glórias de uma meta alcançada com toda a equipe e reconhece que cada um foi importante para o sucesso alcançado.

As skills de um líder

Você tem humildade para aprender com seus erros? Consegue, com um grupo de pessoas de pensamentos diferentes, chegar a um objetivo comum? Tem um boa rede de fornecedores para seguir competitivo? Responder “sim” a essas três perguntas mostra que você possui boas habilidades como líder, porém, só isso não basta.

Um gestor eficiente sabe que não nasce pronto e está sempre em constante aperfeiçoamento. Veja, a seguir, as principais habilidades que um líder deve desenvolver:

Antecipar tendências

Boa parte das empresas (e seus líderes inclusos) não são rápidos o suficiente para detectar ameaças e oportunidades que surgem, inicialmente, na periferia dos negócios.

O caso da Blockbuster é emblemático: a locadora era uma companhia gigante, com público fiel, mas optou por não inovar, acreditando que seus clientes sempre alugariam DVDs. Quando os serviços de streaming se popularizaram, já era tarde demais para a Blockbuster, que ainda rejeitou comprar a Netflix quando teve a chance.

O mesmo aconteceu com o MySpace, que era a rede social mais utilizada nos Estados Unidos, mas sem trabalhar em inovações. Quando o Facebook chegou trazendo várias funcionalidades, o MySpace acabou vendido por um valor baixo e se tornou apenas história.

Como diz David Rogers, no livro Transformação digital – repensando o seu negócio para a era digital, é necessário “deslocar o foco para além do modelo de negócios atual e mirar em como oferecer mais valor aos clientes, à medida que as novas tecnologias reformulam as oportunidades e as necessidades”.

Nesse sentido, a liderança estratégica é a ideal. Deve-se estar sempre atento às tendências e não duvidar delas, por menores que sejam, além de olhar o ambiente em busca de sinais de mudança. Para isso, são hábitos importantes:

  • fazer pesquisas de satisfação constantes;
  • conversar com fornecedores e parceiros;
  • entender o motivo de ter perdido clientes, ou seja, olhar para o passado para vislumbrar o futuro.

Desafiar o padrão

Um líder estratégico não tem problemas para perguntar “por que” quantas vezes for necessário, no sentido de questionar o que é considerado padrão. Aquela ideia de que é de um jeito porque todos fazem da mesma forma não o convence.

Assim, um líder desafiador gosta de estar cercado de pessoas que pensam de modos diversos para contar com múltiplos pontos de vista. A equipe também é estimulada por ele a pensar fora da caixa e a trazer inovações.

Gestores de tecnologia da informação (TI) são obrigados a ter essa visão, pois há cada vez mais disrupção no setor. Porém, não importa em qual área você estiver inserido, essa habilidade deve acompanhá-lo em suas decisões.

A partir do momento em que faz mais do mesmo, pode estar fadado ao esquecimento. Para não correr o risco de ficar para trás, alguns hábitos são valiosos:

  • estimule o debate entre sua equipe. Se todos concordam com algo, entenda a razão e motive os liderados para que expliquem por que discordam de algo. Peça argumentos ricos a todos;
  • tenha uma rotina de leituras sobre inovações e espalhe indicações a todos da equipe;
  • vá a fundo no problema. A técnica para isso é perguntar “por que” cinco vezes. Na primeira, conseguimos um sintoma; na segunda, uma desculpa; na terceira, um culpado; já na quarta e na quinta, uma causa e uma causa raiz, respectivamente.

Interpretar a realidade

Ao questionar e desafiar padrões, você acaba obtendo muitas novas informações, e qual é a atitude ideal a se tomar a partir delas? Colocá-las em uso automaticamente? Não! O ideal é interpretá-las para usar com sabedoria o que realmente cabe à sua organização.

Hoje, muito se fala em Big Data Analysis para tomar as decisões mais acertadas na gestão de uma companhia. Nesse sentido, além de captar e processar os dados, é preciso interpretá-los com assertividade — até porque novos trabalhos podem resultar dessas informações. Para interpretar a realidade de maneira mais clara, algumas atitudes são bem-vindas:

  • na dúvida sobre um dado, liste possíveis motivos e converse com os envolvidos da área;
  • olhe com atenção cada detalhe da análise para ter uma ideia melhor sobre o todo;
  • trabalhe com a mente aberta para não ter interpretações viciadas.

Pensar em longo prazo

Como falamos no começo deste artigo, 15 anos é a expectativa de vida de uma empresa. No Brasil, de acordo com estudos do IBGE, 60% das empresas são fechadas após apenas cinco anos de existência. Ainda segundo a pesquisa, essa taxa tende a ser menor entre companhias com maior número de colaboradores assalariados, quando comparada àquelas com menos profissionais nessa situação.

Em uma época de transformações aceleradas, contentar-se com o lucro imediato acaba sendo um erro de gestão e pode fazer com que seu negócio se torne irrelevante em um período curto. Por isso, determinados comportamentos são necessários:

  • pensar o futuro significa planejar bem o presente, seja no atendimento aos clientes, seja em implantações de novos sistemas de CRM, por exemplo;
  • ir além da tecnologia e deixar a marca da sua empresa para o futuro. Trabalhar o branding por meio de ações sustentáveis e do desenvolvimento de projetos sociais é uma boa ideia.

Tomar decisões estruturadas

Peter Drucker, considerado o pai da administração, já disse: “Quando você vê um negócio bem-sucedido é porque alguém, algum dia, tomou uma decisão corajosa.” Ou seja, nem todas as decisões que você tomar serão simples e acertadas — algumas podem até ser equivocadas, mas necessárias para apontar o caminho certo. Nessa etapa, cuide para:

  • ter projetos-piloto e de menor escala, em vez de apostar tudo em uma ideia ampla e única;
  • divida a sua decisão em passos menores e mais simples de aplicar;
  • cerque-se dos stakeholders necessários para cada passo.

Comunicar-se de forma direta

Um bom líder deve ter a capacidade de se comunicar de maneira a ser compreendido por todos, sem gerar dúvidas e ruídos. Quando se fala com clareza, é mais fácil que todos estejam na mesma página trabalhando por uma meta ou pela produção de algo novo.

O fato é que o dom da comunicação não precisa ser uma habilidade que nasceu com você, já que é possível desenvolvê-la a partir de alguns fatores:

  • tenha domínio do que vai falar — pesquise e leia muito antes;
  • foque a informação a ser compartilhada para evitar a sensação de que você falou muito, mas sem objetividade;
  • coloque-se do lugar do outro e perceba se as pessoas estão compreendendo tudo o que foi falado.

Seguir aprendendo

Quando falamos em aprendizado, é preciso deixar claro que se trata de uma via de mão dupla: sua equipe deve estar em constante atualização, assim como você — o fato de ocupar um alto posto na hierarquia de uma organização não significa que não precise aprender mais nada, pelo contrário.

Portanto, é necessário estar atento a novos cursos e reciclagens para você e seu time, perceber colaboradores especialistas em algo que possam ensinar aos demais e até propor uma cultura de job rotation ou de treinamento on-the-job.

Uma vez que também é possível aprender com os erros, vale pensar em testes A/B e entender que falhas, assim que identificadas, podem impulsionar a empresa a seguir em frente. Para melhorar a cultura do aprendizado, há ainda alguns caminhos a trilhar:

  • estimule seu time a oferecer talks a partir de suas habilidades;
  • estabeleça recompensas a quem tentou algo novo e proativo, mesmo que tenha falhado no final;
  • crie o hábito de desenvolver levantamentos de aprendizado junto ao RH da companhia. Assim, é possível perceber setores que necessitam de melhorias.

Todas essas atitudes de uma boa liderança pedem algumas características específicas, que podem ser desenvolvidas com treino e prática, como:

  • inteligência emocional;
  • respeito;
  • paixão;
  • integridade;
  • mente aberta;
  • positividade.

Os estilos de liderança

liderança

Steve Jobs, cofundador da Apple, já disse que “a inovação distingue um líder de um seguidor”. Partindo desse princípio, não se pode ter medo de arriscar no novo, ou o risco de a empresa não sobreviver, como mostram as estatísticas, é alto. Isso nos leva a quatro tipos diferentes de líderes, que podem mudar o curso do futuro. A seguir, detalhamos as características de cada um eles — lembrando que uma liderança pode abraçar um pouco de cada estilo.

Entusiasta por aprender

Não basta gostar de aprender e transmitir os conhecimentos obtidos. Este líder é insaciável no sentido de querer adquirir conhecimento na mesma velocidade em que as mudanças no mundo estão acontecendo. Ou seja, ele vai em busca de cursos a distância, leituras e livros recentes e pede ajuda quando vê que alguém sabe mais que ele.

Otimista obstinado

Como estimular seu time se não vê saída para o negócio e não acredita no produto ou serviço que está vendendo? Quando é um entusiasta do futuro, você consegue motivar seu time a dar o melhor. Assim, características como desenvolver inteligência emocional, ter carisma e ser um exemplo em suas atitudes são essenciais àqueles que ocupam altos postos nas organizações.

Disruptor

O fato de você ter lançado um produto novo e com sucesso no mercado é o suficiente para o bom desempenho da companhia? Se você respondeu sim, é interessante repensar. Um líder disruptor não se contenta com o que já foi alcançado e quer ampliar as possibilidades por saber que, mais cedo ou mais tarde, alguém vai lançar algo equivalente e com novas funcionalidades.

Pensando sempre à frente e tentando prever o futuro é que este gestor e sua empresa conseguem manter diferenciais competitivos para se manterem no mercado.

Não tem medo de falhar

Esta liderança traz a ideia de integrar a equipe à cultura do erro. Isso acontece porque a maior parte dos projetos é construída a partir de algum esboço que, por algum motivo, falhou. Se você tem a intenção de ser um líder estratégico em momentos de Revolução 4.0, não pode ficar receoso de abraçar ideias pensando que algumas delas darão errado. Aprenda com os erros e evolua o projeto: esse é o papel da liderança.

A liderança no contexto da transformação digital

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Todas as ideias sobre liderança apresentadas seguem tendo importância diante das inovações digitais, com um plus: a visão estratégica. Ser um líder estratégico significa saber dividir seu tempo entre as questões atuais da administração e as preocupações em relação ao futuro da empresa e de seus colaboradores.

Quando se age dessa forma, questões como resultado, qualidade, produtividade e inovação são preocupações diárias. Para tanto, a liderança precisa adotar alguns conceitos mais recentes, como Management 3.0 e Leadership 4.0, sobre os quais você vai entender melhor a seguir.

Management 3.0

É interessante enxergar o Management 3.0 mais como um mindset do que como uma estrutura de trabalho. Ele pode ser composto por experiências, ferramentas e técnicas que mudam ao longo do tempo visando o melhor gerenciamento da empresa.

O foco é trabalhar em conjunto, a fim de encontrar a maneira mais eficiente para que a companhia atinja seus objetivos, mantendo a equipe motivada e satisfeita em fazer parte do processo. Algumas práticas são muito interessantes para desenvolver a mentalidade, como:

  • estimular colaboradores: mantenha os profissionais em pleno processo criativo;
  • dar poder às pessoas: descentralize as decisões;
  • alinhar restrições: faça com que a liberdade não seja prejudicial;
  • desenvolver competências: promova treinamentos, reciclagens, entre outros;
  • crescer as estruturas: priorize a qualidade;
  • melhorar todos os processos: parta do princípio de que tudo pode evoluir.

Leadership 4.0

Também chamados de líderes digitais, são os gestores que entendem que, mais importante do que mudar, é saber conduzir sua equipe nesse momento de mudanças, comunicando-se de maneira clara e motivando seu pessoal, de modo a potencializar os talentos já existentes na empresa. Para tanto, alguns recursos são fundamentais, como:

  • promover e incentivar a alta agilidade de mudanças entre o mercado, os clientes e os colaboradores;
  • entender que as inovações podem ser mais eficientes quando se faz uso das habilidades de cada um;
  • comunicar de maneira transparente para dividir responsabilidades e gerar comportamentos proativos de todo o time.

O papel de um líder na Era Digital

Cabe à liderança compreender que as tecnologias mudaram a maneira como nos conectamos com clientes e oferecemos valor a eles. Além disso, a tecnologia possibilitou inovações mais rápidas e contínuas: em vez de algo custoso, é possível construir protótipos mais baratos e submetê-los a testes para entender seu potencial.

Uma liderança estratégica precisa estar orientada pelos cinco pressupostos apresentados pelo professor David Rogers, no livro Transformação Digital, para guiar a equipe de maneira efetiva. Vamos a eles?

  • Clientes: são os grandes influenciadores de seus produtos e serviços;
  • Competição: os concorrentes cooperam em áreas-chave e deixam de ser binários opostos;
  • Dados: são gerados o tempo todo e devem ser conectados entre todos os departamentos para resultar na melhor interpretação;
  • Inovação: toda decisão precisa ser tomada a partir de testes e experimentos contínuos. Pense em produtos de viabilidade mínima;
  • Valor: a proposta de valor deve estar em constante evolução, assim como os desejos dos consumidores.

Ainda cabe ao gestor entender processos organizacionais, para que novos produtos e serviços sejam pensados de maneira fluida, e balancear a incubação, como explicamos abaixo.

Entenda as questões organizacionais

Todo processo de gerenciamento envolve planejar, fixar metas, monitorar o andamento das tarefas, tomar decisões e comunicá-las a todos os envolvidos. Um líder digital, com visão estratégica, deve ter em mente que cada um desses processos está sujeito a mudanças constantes. Sempre que for necessário inovar, isso deve ser feito de maneira rápida e assertiva, para não haver perda de competitividade.

Dessa maneira, você precisa se inteirar sobre os processos micro e macro envolvidos para que as decisões sejam acertadas em cada etapa. Quando a cultura da mudança faz parte do DNA de uma empresa, as transformações acabam absorvidas de forma mais simples, e isso é um dos principais papéis de uma liderança com viés estratégico.

Equilibre incubação e integração

Quando uma nova tecnologia surge no mercado, é interessante pensar o quanto um modelo de negócio pode ser impactado. A partir disso, cabe à liderança, à equipe e aos demais stakeholders estruturar melhor o projeto. Esse processo de incubação de um novo serviço pede agilidade e eficiência para deixá-lo o mais robusto possível.

Para que se possa alcançar a sustentabilidade dessa ideia inovadora, deve haver a integração entre todas as áreas. Assim, o líder precisa desenvolver um bom relacionamento com os departamentos envolvidos, fomentando a motivação na equipe e fazendo com que, consequentemente, a ideia saia do papel o mais rápido possível e com eficiência, é claro.

Uma boa liderança envolve diversas camadas, de estar em aprendizado constante ao fato de lidar com o presente de maneira estratégica, visando o futuro sem medo de falhas — até porque elas podem ensinar muito e catapultar projetos emergentes. Além disso, é intrínseco ao mindset de um líder digital manter sua equipe motivada e abandonar vícios do passado. Ser um líder respeitado começa com a sede de sabedoria. Você está preparado?

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